domingo, 16 de agosto de 2009
Egito Romano (30 a.C. - 395 d.C.)
sexta-feira, 31 de julho de 2009
Egito Helenístico (332 - 30 a.C.)
Cleópatra VII e Ptolomeu XV no Templo de Dendera - Egito
Desenho especulativo sobre o interior do quê foi um dia a antiga Biblioteca de Alexandria, já que a mesma foi destruída na Antiguidade. Próximo ao local onde esteve a original, em 2002, foi inaugurada a Bibliotheca Alexandrina numa comemoração em homenagem a antiga Biblioteca e financiada pela UNESCO em parceria com o governo egípciodomingo, 26 de julho de 2009
Baixa Época
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Novo Império
O Templo de Karnak designa o complexo de santuários e outros edifícios, resultado de mais de dois mil anos de construções e acrescentos. No maior templo do Egito daquela época nenhum pormenor era descuidado, e durante a XIX dinastia trabalharam no templo cerca de 80.000 pessoas. O templo esteve submerso nas areias egípcias durante mais de 1.000 anos, antes dos trabalhos de escavação começarem em meados do século XVIII, a enorme tarefa de restauro e conservação continua até aos nossos dias.segunda-feira, 6 de julho de 2009
Médio Império
Tumba encontrada em Tell el-Daba, onde os arqueólogos acreditam ser a antiga Avaris, capital da XIV dinastia, no Delta de Nilo. Porém, o período dos Hicsos é ainda obscuro na história do Egito, e entendido muito imperfeitamente. As escavações continuam apesar de o tempo ter conservado muito pouco no local.quinta-feira, 25 de junho de 2009
Antigo Império
sexta-feira, 19 de junho de 2009
O Antigo Egito
sexta-feira, 12 de junho de 2009
As Principais Divindades
Estátua do deus Amon em sua forma humana (18ª dinastia)
Shu em painel de madeira do período ptolemaico (332 - 30 a.C.)
Faraó Ramsés II e Geb, Deus da Terra - Crédito da foto: Conselho Supremo de Antiguidades do Egito. Encontrado em um dos quatro templos descobertos recentemente em Qantara, no Egito.
Estátua de Hator no Museu de Luxor, Egito. Ela está datada na 18ª dinastia e foi encontrada no Templo de Luxor (foto by Kim Bach).
Museu do Louvre: Sistros do Antigo Egito em faiança. O sistro é um instrumento de percussão que produz um som achocalhado. A faiança é uma forma de cerâmica branca, mas houveram exemplares de sistros em bronze e em madeira.
Na cidade de Edfu, o deus Hórus foi muito adorado e é o endereço do majestoso templo que foi erguido em sua homenagem. O Templo de Hórus é um dos edifícios sagrados mais conservados da civilização do Antigo Egito.
O falcão é a representação desta divindade, mas pode ser visto como cabeça de falcão em corpo de homem. Esta estátua de granito adorna a entrada do Templo em Edfu.
Estátua da Deusa Néftis (XXII Dinastia) - Museu do Louvre
Nut com o seu corpo alongado, coberto por estrelas, forma o arco da abóbada celeste que se estende sobre a terra. É como um abraço da deusa do céu sobre Geb, o deus da Terra.
Ilustração do Livro dos Mortos: Hórus apresenta o morto para Osíris para o julgamento de sua alma.
Papiro da 21ª Dinastia de Tanis com as formas iconográficas de Rá ao centro: acima o homem com cabeça de falcão e abaixo o pássaro Benu - Museu do Louvre
A deusa representada como mulher usando disco solar e a serpente Uraeus sobre a cabeça de leoa (foto by Gérard Ducher) quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Divindades da Fertilidade
Relevo em calcário de proveniência desconhecida e datação 644 - 335 a.C. A esquerda de Bés encontra-se Beset.Museu Allard Pierson - Amsterdam - Holanda
Escultura de arenito do deus egípcio Khnum de 1550 a.C.
"Estela da Fome" - Ilha SehelUma tradição afirma que o rei Djoser estava preocupado com uma fome de sete anos que se tinha abatido sobre o Egipto. O rei compreende que esta situação esta associada ao fato de Khnum não permitir a circulação das águas do Nilo, que prende com as suas sandálias. O rei decide então realizar oferendas à divindade, que surge num sonho a pedir que continue a honrá-lo convenientemente e um templo foi construído para Khnum na esperança de acabar com a seca e a fome. Esta história encontra-se gravada num estela da época ptolomeica, conhecida como a "estela da fome" e é provável que tenha pouco valor histórico, dado longo período de tempo que decorre entre Djoser e a era ptolomeica.
O deus-Nilo representado nesta estátua de arenito - 900 a.C. - British MuseumHapi não tinha templos a si dedicados, mas era associado à região da primeira catarata do Nilo (ilha de Biga, onde se dizia que residia) ou ao vértice do Delta do Nilo, perto da cidade do Cairo. Era por vezes representado de forma duplicada no símbolo do sema-taui, símbolo que representava a união do Alto e do Baixo Egito, ao atar as duas plantas heráldicas: o lótus e o papiro.
Cena do Livro dos Mortos que representa a pesagem do coração. No canto esquerdo é possível ver a deusa Meskhenet.Acreditou-se que a deusa ajudou no nascimento de três reis da V Dinastia, Userkaf, Sahuré e Neferirkaré, assegurando que cada um deles seria rei.
Estátua em bronze de Nefertum no British Museum(aproximadamente 500 a.C.)
Sekhmet no Templo de Karnak
Templo de Satet (18ª dinastia) na Elefantina, ilha no rio Nilo ao sul do Egito
Estátua em bronze de Ptah encontrado em Sakara - o Serapeum - 26ª dinastia (664 - 525 a.C.)Museu de Antiguidade do Cairo - Egito
O deus Min no Museu do Louvre - França
Anuket representada como uma mulher que usava um toucado formado por plumas na cabeçadomingo, 23 de novembro de 2008
Divindades da Realeza
No British Museum os gatos egípcios mumificados em louvor à Deusa BastetBastet é uma divindade solar e deusa da fertilidade, além de protetora das mulheres grávidas. Também tinha o poder sobre os eclipses solares. A deusa está presente no panteão desde a época da II dinastia. Por vezes é confundida como Sekhmet, adquirindo neste caso o aspecto feroz de leoa. Certa vez, Ré ordenou a Sekhmet que castigasse a humanidade por causa de sua desobediência. A deusa, que é representada com cabeça de leoa, executou a tarefa com tamanha fúria que o deus Ré precisou embebedá-la com cerveja para que ela não acabasse exterminando toda a raça humana. O que acabou originando a deusa Bastet. Era a esposa de Ptah, com quem foi mãe de Nefertum e Mihos. Nos seus templos foram criados gatos que eram considerados como encarnação da deusa e que eram por essa razão tratados da melhor maneira possível. Quando estes animais morriam eram mumificados, sendo enterrados em locais reservados para eles.
A nível iconográfico Iah era representado, na sua forma antropomórfica, com um disco solar e crescente da lua nova sobre a sua cabeça, onde também tinha uma trança lateral característica das crianças egípcias.Iah ou Aah era o deus da lua. As primeiras presenças do nome "Iah" referem-se à lua enquanto satélite do planeta terra. Mais tarde, a palavra passaria a designar uma divindade. Alcançou grande popularidade na época que se seguiu ao Império Médio, ou seja, na época de dominação do Egito pelos Hicsos, um povo oriundo da Palestina.
No Museu Karnak a céu aberto, encontramos Mafdet representada como um animal (que ainda não foi possível identificar, sendo talvez uma pantera ou lince) que subia por um bastão curvado na parte superior que tinha uma corda e uma lâmina. Este instrumento era usado na aplicação da justiça.
Mafdet era a deusa associada à justiça e ao poder real e seu nome significa provavelmente "a corredora". É uma divindade muito antiga, que já era adorada no tempo da I Dinastia (Época Tinita). Acreditava-se que a deusa combatia os escorpiões e as serpentes com as suas garras afiadas. Para além deste aspecto feroz, Mafdet tinha igualmente um lado benéfico, sendo invocada para afastar as picadas dos escorpiões e das serpentes. Era por isso chamada de "Senhora da Casa da Vida", uma referência ao local onde se curavam os doentes no Antigo Egito. A deusa era também encarada como protetora do faraó.
Montu (observe o hierógrifo do seu nome ao lado direito da sua coroa) no Templo de Karnak - o museu ao ar livre (sul do Cairo).De início Montu era um deus solar, associado a Ré (Montu-Ré), sendo considerado como a manifestação destrutiva do calor do sol. Foi no tempo da XI dinastia que Montu adquiriu características associadas à vitória e à guerra. Era conhecido como o "senhor de Tebas", situando-se o seu principal centro de culto em Hermontis.
Nekhbet era representada como um abutre que usa a coroa branca, agarrando com as suas patas o ceptro uas ou o anel chen. Na peça acima, a divindade está ao lado do símbolo o olho da deusa Uadjit.Nekhbet é originária da cidade de Nekheb no Alto Egito e era também uma das deusas protetoras da realeza egípcia. A deusa protegia os nascimentos, em especial o nascimento dos reis. Junto com Uadjit poderia ser representada no toucado dos faraós, acreditando-se que estas poderiam repelir os inimigos do soberano.
Sobek no único templo duplo egípcio, o Kom Ombo, assim chamado por ser dedicado a duas divindades: Sobek e HórusSobek ou Sebek é o deus-crocodilo da fertilidade e criador do mundo, no Antigo Egito, por vezes identificado com Ré ou Set e tido como filho de Neit. Oriundo das regiões do Faium, este deus está associado à astúcia, paciência e à crise, à tudo que interrompe o curso natural das coisas.
sábado, 22 de novembro de 2008
Divindades Funerárias
Capítulo dos Mortos, Livro de Maat: " Nós, os Chacais, sacerdotes de Anúbis, somos os guardiães de suas tumbas gloriosas ou sepulturas humildes. Somos os guardiães dos mortos. Somos os servos de Anúbis. Somos a Cinópolis."Ánubis é o antigo deus egípcio da morte e dos moribundos, por vezes também considerado deus do submundo. Conhecido como deus do embalsamamento, presidia às mumificações e era também o guardião das necrópoles, das tumbas, e o juiz dos mortos. Os egípcios acreditavam que Ánubis guiava a alma dos mortos no Além. Os sacerdotes de Anúbis usavam máscaras de chacais durante os rituais de mumificação. Esta divindade é uma das mais antigas da mitologia egípcia e seu papel mudou à medida que os mitos amadureciam, passando de principal deus do mundo inferior a juiz dos mortos, depois que Osíris assumiu aquele papel. A associação de Anúbis com chacais provavelmente se deve ao fato de estes perambularem pelos cemitérios. Alguns egiptologistas se referem ao "animal de Anúbis" para indicar a espécie desconhecida que ele representava. As cidades dedicadas a Anúbis eram conhecidas pelo grande número de múmias e até por cemitérios inteiros de cães.
Representação dos Filhos de Hórus em vasos canópicos da XIX DinastiaFilhos de Hórus é a designação dada a quatro deuses do Antigo Egito: Imseti, Hapi, Duamutef e Kebehsenuef. Estes deuses estavam estritamente ligados ao culto funerário, não tendo sido alvo de nenhum culto em templos. Pouco se sabe sobre a origem destes deuses, que já eram vistos como filho do deus Hórus desde a época do Império Antigo. Nos Textos das Pirâmides são mencionados catorze vezes, sendo responsáveis por ajudar o defunto na sua viagem para o Além. Cada um deste deuses era visto como o guardião de um dos órgãos internos do falecido. Durante o processo de mumificação os órgãos internos eram retirados e colocados nos chamados vasos canópicos. A partir da XVIII Dinastia a tampa destes vasos passou a reproduzir a cabeça destes deuses (anteriormente reproduzia-se a face idealizada do defunto).
Serket representada em estátua de ouro que "protegia" Tutankhamen em seu sarcófagoSerket foi a deusa escorpião e o seu nome é uma abreviação da expressão Serket-Hetyt que significa "Aquela que faz respirar a garganta" ou, de acordo com outra interpretação, "Aquela que facilita a respiração na garganta"; no primeiro caso aludia-se ao facilitar da respiração dos récem-nascidos e no segundo ao seu papel benéfico na cura de picadas de escorpião (sendo um dos efeitos destas picadas a sensação de sufoco). A referência mais antiga que se conhece à deusa data do tempo da I dinastia. De início não possuía as características benéficas que adquire mais tarde. Era a mãe (ou esposa) do deus serpente Nehebkau, cuja função era proteger a realeza e que vivia no mundo dos defuntos. Devido a esta associação, Serket era vista como guardiã de uma das quatro portas do mundo subterrâneo, prendendo os mortos com correntes.









