Fascinação é a sensação que se sente ao pesquisar sobre esse povo que iniciou a sua história há mais de 5.000 anos atrás, época em que se verificou a unificação dos reinos do Alto e do Baixo Egipto. A civilização egípcia se desenvolveu no canto nordeste do continente africano, tendo como fronteira a norte o Mar Mediterrâneo, a oeste o deserto da Líbia, a leste o deserto da Arábia e a sul a primeira catarata do rio Nilo.domingo, 26 de outubro de 2008
Antigo Egipto = Fascinação
Fascinação é a sensação que se sente ao pesquisar sobre esse povo que iniciou a sua história há mais de 5.000 anos atrás, época em que se verificou a unificação dos reinos do Alto e do Baixo Egipto. A civilização egípcia se desenvolveu no canto nordeste do continente africano, tendo como fronteira a norte o Mar Mediterrâneo, a oeste o deserto da Líbia, a leste o deserto da Arábia e a sul a primeira catarata do rio Nilo.Pintura Rupestre
Caverna de Altamira
Investigadores modernamente amparados para estudos de jazidas e santuários tanto subterrâneos como ao ar livre propuseram para as pinturas de Altamira uma datação entre 15.000 e 12.000 anos a.C., pertencentes portanto ao período Magdaleniano.
O realismo de suas cenas provocou, em um primeiro momento, um debate em torno de sua autenticidade, até ser aceita como uma obra artística realizada por homens do Paleolítico.
O animal mais representado é o bisão. Há até 16 exemplares em diversos tamanhos, posturas e técnica pictórica, assim como cavalos, cervos e outros sinais.
Lascaux é um complexo de cavernas ao sudoeste da França. Em suas paredes estão pintadas bovídeos, cavalos, cervos, cabras selvagens, felinos, etc. e a sua disposição permite pensar tratar-se de um santuário. Foi descoberta em 1940 e é considerada a Capela Sistina da pré-história.
Lascaux pode ser a mais bela caverna paleolítica pintado no mundo. Contém mais de 1500 fotos dos animais, todos eles tem cerca de 17.000 anos.quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Continente Mu
Não posso prosseguir sem mencionar o Continente Mu já que dediquei postagens a Lemúria e a Atlântida.
Poucas notícias se tinham deste continente perdido até finais do século XIX quando um militar britânico, James Churchward, disse que um sacerdote hindú Rishi lhe ensinou uma língua, a nagamaia, morta há milhares de anos, e posteriormente lhe mostrou algumas tábuas - As Tábuas Naacal - nas quais se falava da criação do mundo e dos primeiros habitantes da terra chamados uigures. Esta civilização de 200 mil anos e sessenta milhões de pessoas foi devastada há cerca de 12.000 anos por um cataclismo e submergiu. As tábuas descrevem ainda uma religião de tipo monoteísta, que parece ser o modelo em que foram baseadas as demais. Esta seria a Mãe-Pátria do Homem, o Império do Sol que fundou colônias na América do Norte e no Oriente muito antes de as tribos nômades se fixarem na Mesopotâmia. O coronel inglês defendeu ser esta a origem de tantas ruínas intrigantes e das muitas lendas e símbolos idênticos presentes em povos os mais distantes. A origem da humanidade teria estado portanto no hipotético Mu, e seus povoadores parece que foram abandonando pouco a pouco suas primitivas formas religiosas, até que seu deus decidiu castigá-los pelo estado de decadência a que haviam chegado, e lançou um cataclismo que se apagou da face da terra.
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
1ª Conclusão
Apesar do continente atlante estar geologicamente mais para lenda, o povo atlante é bem provável ter vivido pelo menos nas Américas. Porém, reza essa lenda que o alto nível de conhecimentos extraordinários em diversas áreas humanas e espirituais não serviram para que os atlantes evitassem a ambição, o orgulho, e se tornaram violentos. Desprezaram as práticas sãs nos templos e se entregaram à magia negra para conseguirem seus intuitos. Despertou, entre eles, a discórdia e a corrupção. Portanto, esta civilização que teve em suas mãos a parceria perfeita entre vida material, moral e espiritual perdeu tudo por causa do poder e da cobiça.terça-feira, 7 de outubro de 2008
A Mitologia Hindu
A mitologia descreve Brahmá como tendo surgido de um lótus saído do umbigo de Vishnu e com ele toda a criação. Diz-se também que Brahmá surgiu de um ovo de ouro, Hiranyagarbha, nas águas causais. Sua consorte, Sarasvati, o Conhecimento, manifestou-se a partir dele. Dessa união surgiu toda a criação. É representado com quatro cabeças, simbolizando os quatro Vedas.
Vishnu, a segunda deidade da Trindade hindu, é o responsável pela proteção, manutenção e preservação da criação. A palavra Vishnu significa ‘aquele que tudo impregna’. Sua Shakti, ou seja, seu aspecto feminino, sua consorte é Lakshmi, deusa da prosperidade, riqueza e da beleza. A partir de Vishnu surgem todos os Avataras, aqueles que se encarnam com a missão de restabelecer o Dharma. São dez os avataras: Matsya, Kurma, Varaha, Narasimha, Vamana, Parasurama, Ramachandra, Krishna, Buddha e Kalki.
Rama ou Ramachandra, que significa lua encantadora, ou aquele que brilha na Terra. Sua missão: o cumprimento do Dharma. É o símbolo do grande homem, o perfeito filho, o perfeito marido, irmão, amigo e governante. Sua saga está descrita no épico Ramayana, onde é relatado com detalhes seu casamento com Sita, e sua luta contra o demônio Ravana. Recebeu ajuda de Hanuman nesta empreitada.
Krishna é o mais popular e amado avatara da Índia, com maior número de templos e devotos. Nos Puranas é descrito como um pastor tocador de flauta. No Mahabharata é o sábio que dá o ensinamento a Arjuna no campo de batalha.
Shiva é o aspecto de Brahman, o Absoluto, na Trindade hindu que representa a destruição, a transformação para um novo renascimento. Sua Shakti é Parvati, a matéria.Devis são as deusas, as mães divinas, aquela que resplandece. Nos Vedas eram apresentadas como energia ou poder do criador, a Shakti. Nos Puranas aparecem como devis. Representam a sabedoria do universo, o aspecto protetor, maternal do Absoluto. Apresentam-se de 5 formas diferentes: Parvati, Durgá, Káli, Lakshmi e Sarásvati.
Parvati é a Mãe do Universo e consorte de Shiva. Simboliza a disciplina, a renúncia, o esforço que leva o devoto ao Conhecimento.
Durga representa o aspecto feroz de Parvati. Montada em um leão ou tigre, ela tem 12 ou 18 braços e em cada mão tem armas dadas pelos deuses. Seu objetivo é ser implacável com os demônios que representam nosso ego e nossa ignorância. Ela nos mostra que devemos ser decididos na destruição de tudo que nos impede de percebermos nossa verdadeira natureza divina.
Kali é o aspecto mais feroz ainda de Parvati. Tem língua roxa, não usa roupa e seu corpo é coberto pelos longos cabelos negros. Usa um colar de caveira, tem quatro braços e leva em cada mão armas de destruição e uma cabeça sangrando. É a devoradora do tempo.
Lakshmi é a consorte de Vishnu. Ela é muito popular na Índia, sendo considerada a mais próxima dos seres humanos. Quer o bem estar de todos sem se preocupar com suas ações ou seu passado. Simboliza a riqueza material e espiritual, representando o nosso universo ilusório.
Sarasvati é considerada a personificação de todos os conhecimentos, artes, ciências e letras. Sem ela Brahmá, seu consorte, não poderia ter criado o mundo. É associada à fertilidade, à purificação, à fala, à linguagem e à palavra.
Filho de Shiva e Parvati, Ganesha é o menino com cabeça de elefante, sendo a mais popular e querida deidade hindu. É o removedor dos obstáculos. A cabeça de elefante representa a grande disposição para escutar, refletir e meditar; a tromba representa o discernimento. O rato que sempre aparece junto representa o desejo, mantido sob controle. Vedas

domingo, 5 de outubro de 2008
Hinduísmo
Os hindus, resultantes de sucessivos cruzamentos, herdaram o conhecimento religioso dos conquistadores e outros elementos civilizadores. A religião sucessora, o hinduísmo, apesar de conservar os altos conceitos espirituais da religião inicial, através dos séculos foi se contaminando com outros conceitos: sacrifícios de animais, ofertas de alimentos, pluralidade e feminilização dos deuses, autoflagelações, acirramentos dos privilégios e diferenças de castas, as quais chegaram ao número de três mil (!). Futuras Postagens
Árias ou Arianos
Rama foi um jovem sacerdote que, após curar os enfermos arianos de uma peste grave, conquistou grande prestígio entre as massas formadas pelos homens brancos. sábado, 4 de outubro de 2008
As Raças
A 5ª Raça - Os arianosO quê são Colunas de Hércules?


sexta-feira, 3 de outubro de 2008
A Busca Incansável
Atlântida por Lloyd K.Townsenddomingo, 28 de setembro de 2008
Berço de todas as civilizações?

sábado, 27 de setembro de 2008
Passado Confuso

Há muitas especulações sobre essas teorias que só servem para confundir o quê é geológicamente mais provável.
Por exemplo:
1. Um casal de pesquisadores canadense, Rand e Rose Flem-Ath, dedicaram 2 décadas na comparação de modernas descobertas científicas com velhos manuscritos, mapas e mitos, e encontraram informações que os levaram à conclusão de que desde o ano 10.000 a.C. os restos da Atlântida permaneciam enterrados sob o gelo da Antártida.
2. O geógrafo sueco Ulf Erlingsson lançou o livro "Atlantis from a Geographer's Perspective: Mapping the Fairy Land" (Atlântida na Perspectiva de um Geógrafo: Mapeando a Terra do Faz-de-Conta) que defende a tese de que a Irlanda é a ilha perdida de Atlântida.
3. O cientista mineiro, prof. Arysio Nunes dos Santos, é físico nuclear, engenheiro eletrônico e professor de engenharia nuclear na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), defende que a verdadeira localização da Atlântida é no Mar da China Meridional. Alegando que a visão que temos hoje do oceano Atlântico não é o mesmo dos antigos de 2.500 anos atrás.
A sua cabeça deu um nó? A minha também! Já que os cientistas não entram num acordo, eu vou seguir a linha das teorias mais abordadas.
Uma proposta entre muitas interessantes sobre as provas da existência deste continente tão remoto é apresentada por Etienne Guillé, professor-pesquisador adjunto da Universidade de Paris-Sul especialista em fisiologia-bioqímica, que apresentou um diagrama que ilustra as memórias que carregamos nos nossos genes, ele inclui o Atlante, com a mesma naturalidade e inevitabilidade com que inclui os hebreus, os egípcios, os caldeus, os hindus, os lemurianos, etc. Queiramos ou não, todas essas memórias estão nos nossos genes.
A ciência arqueológica é a mais incomodada por não conseguir decifrar enigmas como a ilha de Páscoa, as pirâmides do México, as pistas de Naska, as ruínas de Tathiuanaco, ...
Acredita-se que antes do afundamento total do continente Atlante nas profundezas do Atlântico, sobreviventes se espalharam pelo mundo nas Américas, Euroásia e África.





